Associação Comercial de Abaetetuba
Ao longo de seis décadas, diferentes gerações de empresários, dirigentes, colaboradores e parceiros contribuíram para a trajetória da Associação Comercial e Empresarial de Abaetetuba. Conheça alguns dos principais capítulos dessa história.
Em 18 de setembro de 1966, foi fundada a Associação Comercial e Empresarial de Abaetetuba, iniciando uma trajetória de representação, integração e fortalecimento do setor empresarial do município.
Em 18 de setembro de 1966, no salão principal da Assembleia Abaetetubense, foi instalada a Associação Comercial de Abaetetuba, reunindo representantes das classes produtoras e empresariais do município.
Com a fundação da Associação Comercial e Empresarial de Abaetetuba, teve início a primeira gestão da entidade, responsável por conduzir os passos iniciais da organização e consolidar sua atuação institucional junto ao setor empresarial do município.
Na sessão de instalação da ACA, Edivaldo Maués Carvalho foi aclamado para liderar a primeira Diretoria Provisória da entidade.
Em 25 de fevereiro de 1967, a Associação Comercial de Abaetetuba adquiriu seu primeiro imóvel próprio, localizado na Rua Siqueira Mendes, nº 1671. A compra marcou um importante avanço patrimonial e institucional para a entidade em seus primeiros anos de atuação.
Durante reuniões extraordinárias realizadas em 1966, a ACA estruturou e aprovou seu primeiro Estatuto Social, definindo as bases administrativas e organizacionais da entidade.
Em 1967, a ACA promoveu orientações ao setor empresarial sobre a reforma monetária e a adoção do Cruzeiro Novo, aproximando os comerciantes locais das mudanças econômicas nacionais e contribuindo para a adaptação das empresas do município.
Em janeiro de 1967, foi eleita a primeira diretoria definitiva da ACA, tendo Janir Nery na Presidência Executiva.
Em 1967, a ACA promoveu esclarecimentos ao empresariado local sobre o recém-criado Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICM) e outras obrigações fiscais, fortalecendo seu papel de apoio e orientação à classe empresarial de Abaetetuba.
A ACA adquiriu seu primeiro imóvel próprio, localizado na Rua Siqueira Mendes, nº 1671, consolidando um importante avanço patrimonial ainda nos primeiros meses de existência.
A ACA promoveu orientação aos empresários sobre a reforma monetária e a implantação do Cruzeiro Novo, aproximando o comércio local das transformações econômicas nacionais.
Entre 1969 e 1971, Clodoaldo Cardoso Ferreira presidiu a ACA em um período de consolidação institucional, com reformas na sede e continuidade da organização administrativa da entidade.
Entre 1972 e 1973, Edivaldo Maués Carvalho retornou à presidência da ACA. Nesse período, a entidade ampliou debates voltados à proteção e ao fortalecimento do comércio local, incluindo discussões sobre a criação do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC).
Em 18 de setembro de 1973, a ACA realizou a cerimônia de assentamento da Pedra Fundamental da nova sede da entidade, marcando um importante passo na ampliação de sua estrutura física e na consolidação institucional da associação.
Entre 1973 e 1977, Miguel Rodrigues Figueiró exerceu a Presidência da Mesa da Assembleia Geral da ACA. Teve participação destacada na vida institucional da entidade e conduziu, em 18 de setembro de 1973, a cerimônia de assentamento da Pedra Fundamental da nova sede social.
Em 18 de setembro de 1973, foi realizada a cerimônia de assentamento da Pedra Fundamental da futura sede social da ACA.
Entre 1977 e 1981, Jair Nery exerceu a presidência executiva da ACA, dando continuidade ao processo de consolidação institucional da entidade e à representação da classe empresarial de Abaetetuba.
Francisco Maués Carvalho foi eleito em assembleia realizada no Baenense Clube e conduziu a ACA no início da década de 1980.
Janir Nery retornou à Presidência Executiva em um período marcado por fortes desafios econômicos e de segurança pública no município.
Diante da escalada de roubos e arrombamentos no comércio, a ACA promoveu uma sessão especial de segurança pública para discutir a situação do município.
Durante a reunião de segurança, o Sargento Alexandre Melo Lobato denunciou a existência de 32 pontos de venda de entorpecentes no município. A ACA posteriormente encaminhou um dossiê às autoridades estaduais.
Flávio Bacchini foi eleito por aclamação para a Presidência Executiva da ACA.
Durante a gestão de Flávio Bacchini, foi consolidada e inaugurada a sede social própria da ACA na Avenida Dom Pedro II, nº 525.
A entidade acompanhou e enfrentou, junto ao empresariado local, os impactos das mudanças econômicas e inflacionárias associadas aos Planos Cruzado I e II.
A ACA adquiriu uma máquina copiadora Xerox para prestar serviços de reprodução de documentos e criar uma nova fonte de receita para a instituição.
Em assembleia extraordinária, Janir Nery reassumiu a Presidência Executiva da ACA.
Comerciantes reunidos na ACA contestaram fiscais da SUNAB sobre margens de lucro e regras impostas a produtos essenciais como açúcar, arroz e óleo.
A ACA recebeu do poder público municipal um cheque de Cz$ 200.000,00 destinado à aquisição do terreno da futura Sede Campestre.
A eleição de 1989 foi marcada por disputa interna e candidatura avulsa. Na votação secreta, Janir Nery venceu por 23 votos a 7.
A ACA instituiu o prêmio Empresário do Ano, tendo José Aldeci de Oliveira como primeiro homenageado.
Manoel da Silva Batista assumiu a ACA em 1991 e atuou em temas como comércio informal, organização institucional e fortalecimento patrimonial.
A gestão efetivou a compra e a escrituração pública do terreno destinado à Sede Campestre da Associação.
A ACA alugou seu gabinete odontológico para gerar receitas e reorganizou o cadastro dos associados, adotando carteiras padronizadas.
Cláudio Dias Negrão assumiu a Presidência Executiva da ACA em agosto de 1993.
Recursos obtidos com a Festa do Comércio contribuíram para a construção do muro perimetral da Sede Campestre.
Diante da hiperinflação, a ACA converteu e congelou suas mensalidades em 2,50 URVs, preparando a entidade para a transição econômica que resultaria no Plano Real.
Com a entrada em circulação do Real, a mensalidade da entidade passou a ser fixada em R$ 2,50.
A ACA realizou a perfuração de poço artesiano no terreno da Sede Campestre, ampliando sua infraestrutura.
Foi construída uma grande estrutura de madeira de lei destinada à realização de eventos na Sede Campestre.
Messias Sigmaringa Pereira Cardoso assumiu a Presidência Executiva após atuar como secretário, conduzindo a entidade no período de estabilização econômica pós-Real.
A ACA reuniu lideranças de bairros como Nazaré, Francilândia, Santa Rosa e João Paulo para cobrar rondas policiais e discutir problemas como a poluição sonora.
Em agosto de 1996, Jorge Dohara foi eleito por unanimidade pela Chapa Renovação. Sua posse, em outubro, coincidiu com a celebração dos 30 anos da ACA.
A gestão Jorge Dohara marcou uma fase de forte modernização tecnológica e ampliação dos serviços empresariais oferecidos pela Associação.
A ACA adquiriu seu primeiro microcomputador moderno, iniciando a informatização da secretaria e substituindo processos administrativos analógicos.
A entidade articulou com o Governo do Estado a instalação de um posto da Junta Comercial do Estado do Pará no prédio da Associação.
Em parceria com a CDL, a ACA implantou o Serviço Central de Proteção ao Crédito no município.
Jorge Dohara foi reeleito pela chapa Ano 2000 Ideal, dando continuidade ao processo de modernização da Associação.
A ACA ampliou os serviços de proteção e informação ao comércio com a implantação do sistema Telecheque.
Diretores contribuíram por meio de empréstimo interno para instalação de centrais de ar-condicionado no salão de reuniões da ACA.
José Raimundo Silva Cardoso foi eleito por aclamação e conduziu uma gestão marcada por inclusão, crédito empresarial e projetos de modernização.
A ACA firmou parceria com a Associação dos Deficientes de Abaetetuba para estimular oportunidades de trabalho para pessoas com deficiência no comércio local.
A entidade aproximou consultores da Caixa Econômica Federal do empresariado para divulgação e acesso a linhas de financiamento como Giro Caixa e Proger.
A ACA participou da implantação do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores, voltado à qualificação e integração do setor empresarial.
A Associação participou das iniciativas relacionadas ao Pará Digital em parceria com instituições como Banco do Brasil e Secretaria da Fazenda.
Vicente de Paula Maciel Lobato assumiu a ACA em um período de saneamento financeiro e reorganização administrativa.
A gestão implantou medidas de controle financeiro, padronizou pagamentos por cheque e realizou contribuições internas entre diretores para enfrentar dívidas acumuladas.
A ACA conseguiu reduzir de R$ 5.050,00 para R$ 2.000,00 uma pendência judicial envolvendo a Xerox do Brasil, permitindo a regularização do nome da entidade.
A Associação promoveu adequações em seu Estatuto Social em razão das exigências introduzidas pelo Código Civil de 2002.
Manoel Nery Batista presidiu a ACA por dois mandatos consecutivos, período marcado por eventos, tecnologia e articulações institucionais.
A ACA participou da coordenação das edições do Miritifest, fortalecendo ações voltadas ao desenvolvimento econômico e à valorização das potencialidades locais.
Foi estruturado um laboratório de informática em parceria com a SIDS, ampliando as possibilidades de capacitação tecnológica.
A ACA fortaleceu sua atuação em segurança pública por meio de articulações com o Consepe e outras instituições.
Equipamentos doados pela Caixa contribuíram para a implantação do Telecentro de Negócios, ampliando o acesso à tecnologia e aos serviços empresariais.
Benedito Bitencourt de Araújo assumiu a presidência em dezembro de 2008, dando continuidade à expansão física e institucional da ACA.
A gestão realizou a I Assembleia Geral de Desenvolvimento e Responsabilidade Social, fortalecendo a discussão sobre o papel empresarial no desenvolvimento do município.
A ACA ampliou sua estrutura física com a construção de um anexo no prédio da sede, enfrentando inclusive dificuldades financeiras durante a execução da obra.
Marinoel Manolo de Souza assumiu a Presidência da ACA em setembro de 2010, iniciando uma gestão marcada por transparência, articulação e organização setorial.
A ACA passou a encaminhar mensalmente os balancetes financeiros aos associados por e-mail, fortalecendo a transparência institucional.
Foram estruturadas as Câmaras de Indústria e Comércio, Micro e Pequena Empresa, Responsabilidade Social e Turismo.
A ACA participou da fundação do Observatório Social de Abaetetuba, iniciativa voltada ao acompanhamento da aplicação dos recursos públicos e das licitações municipais.
Após um grave episódio de sequestro envolvendo familiar de associado, a ACA mobilizou empresários e instituições financeiras para discutir medidas de segurança relacionadas a grandes saques em dinheiro.
ACA e CDL lançaram uma aliança empresarial e apresentaram o documento “12 Propostas de Oportunidades” para contribuir com o desenvolvimento socioeconômico de Abaetetuba.
A Lei Geral da Micro e Pequena Empresa foi sancionada e regulamentada no município, representando importante avanço para o ambiente empresarial local.
A ACA desenvolveu um portal corporativo com funcionalidades de comércio eletrônico, ampliando sua atuação no ambiente digital.
A ACA lançou o projeto Nossa Abaetetuba e buscou o compromisso público de pré-candidatos a prefeito com propostas de interesse do desenvolvimento municipal.
A gestão de Marinoel Manolo de Souza se estendeu até 2014, consolidando ações iniciadas a partir de 2010.
Maria de Jesus Costa da Silva assumiu a Presidência da ACA no biênio 2015–2016, dando continuidade à representação institucional da classe empresarial.
Walter Cardoso dos Santos presidiu a ACA entre 2017 e 2020, após atuação em iniciativas ligadas à governança e ao Observatório Social.
Lucinéia Nery Neves presidiu a ACA no biênio 2021–2022, dando continuidade à representação do setor produtivo.
Marilene Pinheiro Chagas conduziu a Associação no biênio 2023–2024, mantendo a atuação institucional voltada ao fortalecimento empresarial.
Fladenildo da Silva Chagas assumiu a Presidência da ACA para o biênio 2025–2026, conduzindo a entidade no período em que alcança seis décadas de existência.
Em 18 de setembro de 2026, a ACA completa 60 anos de história, reunindo seis décadas de representação empresarial, desenvolvimento institucional e participação na trajetória econômica de Abaetetuba.
Em 2026, a Associação Comercial e Empresarial de Abaetetuba celebra 60 anos de atuação, representando gerações de empresários, fortalecendo o comércio local e contribuindo para o desenvolvimento econômico e institucional do município.